terça-feira, 25 de junho de 2013

REUNIÃO MINISTRO DO BRASIL COM UFÓLOGOS - DESESTABILIZAÇÃO DO GOVERNO DA DILMA


Após reunião entre ufólogos e Ministro da Defesa do Brasil os alienígenas desestabilizaram o governo da ciborg Dilma?

 

O que pensar sobre os últimos acontecimentos? Observamos que enquanto o Partido dos Trabalhadores estava do Norte a Sul comemorando 10 anos de poder a população que outrora estaria juntos se rebelaram.

É fato que o PT esta na presidência há 10 anos, porém nem todos os que votaram no candidato (a), são petistas.

Votaram nestes candidatos por terem apresentados um programa de governo melhor.

Na ultima eleição a então candidata que possuía experiência na área energética levou o meu voto.

Não por ser Petista e sim por ter vislumbrado que a Dona Dilma investiria na infra estrutura, que é um gargalo no Brasil.

Faltam aeroportos, portos, estradas, novos parques de produção, novas hidrelétricas, enfim, infra estrutura.

Aqui em Santa Catarina tivemos a duplicação da BR 101 na ultima década do século passado, onde houve a conclusão do trecho Norte. Agora já são 10 anos de governo do PT e sequer concluíram a duplicação do trecho Sul.

É inadmissível a nós que em uma década não foi concluída um trecho de rodovia e em 2 anos concluem um estádio de futebol ao custo de 1,5 bilhões de reais.

É inadmissível que neste tempo – uma década – não realizaram a reforma política, tributária, eleitoral, tanto questionadas pelo PT nos governos anteriores.

E agora numa tentativa de manobra eleitoral a presidenta vem propor um plebiscito para consultar a população sobre a reforma política.

Ela deve estar sem dormir alguns dias, pois está proposta afronta a inteligência humana, pois é obvio que todos nos queremos, ah, desculpe, todos os que não estavam comemorando uma década de “poder”.

 Da fala de ontem concordo com uma delas: é a canalização de 100% dos valores oriundos dos royalties do petróleo do pré sal para melhorar os cérebros, ou seja, exclusivamente para a educação.

Mas cuidem, pois povo com cérebros melhores não vão mais admitir besteiras, desgovernos, má gestões – transposição do São Francisco -.

Então dona Dilma, durma mais, acorde disposta e vá à luta, vá trabalhar.

E não se deixe influenciar pelos alienígenas que estão infiltrados em todas as manifestações em represaria ao que o seu Ministro da Defesa fez no ultimo dia 18 de abril, abriu os arquivos ultra secretos das existências de ETs no Brasil.

 

 

REUNIÃO MINISTRO DO BRASIL COM UFÓLOGOS - DESESTABILIZAÇÃO DO GOVERNO DA DILMA


Após reunião entre ufólogos e Ministro da Defesa do Brasil os alienígenas desestabilizaram o governo da cyborg Dilma?

 

O que pensar sobre os últimos acontecimentos? Observamos que enquanto o Partido dos Trabalhadores estava do Norte a Sul comemorando 10 anos de poder a população que outrora estaria juntos se rebelaram.

É fato que o PT esta na presidência há 10 anos, porém nem todos os que votaram no candidato (a), são petistas.

Votaram nestes candidatos por terem apresentados um programa de governo melhor.

Na ultima eleição a então candidata que possuía experiência na área energética levou o meu voto.

Não por ser Petista e sim por ter vislumbrado que a Dona Dilma investiria na infra estrutura, que é um gargalo no Brasil.

Faltam aeroportos, portos, estradas, novos parques de produção, novas hidrelétricas, enfim, infra estrutura.

Aqui em Santa Catarina tivemos a duplicação da BR 101 na ultima década do século passado, onde houve a conclusão do trecho Norte. Agora já são 10 anos de governo do PT e sequer concluíram a duplicação do trecho Sul.

É inadmissível a nós que em uma década não foi concluída um trecho de rodovia e em 2 anos concluem um estádio de futebol ao custo de 1,5 bilhões de reais.

É inadmissível que neste tempo – uma década – não realizaram a reforma política, tributária, eleitoral, tanto questionadas pelo PT nos governos anteriores.

E agora numa tentativa de manobra eleitoral a presidenta vem propor um plebiscito para consultar a população sobre a reforma política.

Ela deve estar sem dormir alguns dias, pois está proposta afronta a inteligência humana, pois é obvio que todos nos queremos, ah, desculpe, todos os que não estavam comemorando uma década de “poder”.

 Da fala de ontem concordo com uma delas: é a canalização de 100% dos valores oriundos dos royalties do petróleo do pré sal para melhorar os cérebros, ou seja, exclusivamente para a educação.

Mas cuidem, pois povo com cérebros melhores não vão mais admitir besteiras, desgovernos, má gestões – transposição do São Francisco -.

Então dona Dilma, durma mais, acorde disposta e vá à luta, vá trabalhar.

E não se deixe influenciar pelos alienígenas que estão infiltrados em todas as manifestações em represaria ao que o seu Ministro da Defesa fez no ultimo dia 18 de abril, abriu os arquivos ultra secretos das existências de ETs no Brasil.

 

 

terça-feira, 11 de junho de 2013

ETERNO AMOR!


CAMINHO NO SILENCIO DA NOITE
NADA IMPORTA..
SE O AMANHA NÃO ACONTECER.
VOCÊ ESTARÁ SEMPRE COMIGO...
EM  MEU MUNDO...
BASTA SORRIR...
E VEJA ESTE MUNDO ABRIR...
EM SEUS OLHOS...
BASTA VOCÊ SONHAR...
NÃO IMPORTA QUE O MUNDO ACABE...
ESTARÁ VC EM CADA PARTE DE MEUS SONHOS...
PRA NUNCA  MAIS SAIR...
ACREDITE NO SONHO...
ACREDITE EM SEU SORRISO ...
ACREDITE SEMPRE EM VOCÊ...
ACREDITE NO AMOR VERDADEIRO
ACREDITE QUE HÁ AMOR
ACREDITE NO QUE LHE FALEI
 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

THERE ARE ALWAYS PAIRS OF PRIMES - SEMPRE EXISTEM PARAES DE NÚMEROS PRIMOS

A Prime Sieve

The seeds of Zhang’s result lie in a paper from eight years ago that number theorists refer to as GPY, after its three authors — Goldston, János Pintz of the Alfréd Rényi Institute of Mathematics in Budapest, and Cem Yıldırım of Boğaziçi University in Istanbul. That paper came tantalizingly close but was ultimately unable to prove that there are infinitely many pairs of primes with some finite gap.

Instead, it showed that there will always be pairs of primes much closer together than the average spacing predicts. More precisely, GPY showed that for any fraction you choose, no matter how tiny, there will always be a pair of primes closer together than that fraction of the average gap, if you go out far enough along the number line. But the researchers couldn’t prove that the gaps between these prime pairs are always less than some particular finite number.

GPY uses a method called “sieving” to filter out pairs of primes that are closer together than average. Sieves have long been used in the study of prime numbers, starting with the 2,000-year-old Sieve of Eratosthenes, a technique for finding prime numbers.

To use the Sieve of Eratosthenes to find, say, all the primes up to 100, start with the number two, and cross out any higher number on the list that is divisible by two. Next move on to three, and cross out all the numbers divisible by three. Four is already crossed out, so you move on to five, and cross out all the numbers divisible by five, and so on. The numbers that survive this crossing-out process are the primes.

The Sieve of Eratosthenes
The Sieve of Eratosthenes This procedure, which dates back to the ancient Greeks, identifies all the primes less than a given number, in this case 121. It starts with the first prime — two, colored bright red — and eliminates all numbers divisible by two (colored dull red). Then it moves on to three (bright green) and eliminates all multiples of three (dull green). Four has already been eliminated, so next comes five (bright blue); the sieve eliminates all multiples of five (dull blue). It moves on to the next uncolored number, seven, and eliminates its multiples (dull yellow). The sieve would go on to 11 — the square root of 121 — but it can stop here, because all the non-primes bigger than 11 have already been filtered out. All the remaining numbers (colored purple) are primes. (Illustration: Sebastian Koppehel)

The Sieve of Eratosthenes works perfectly to identify primes, but it is too cumbersome and inefficient to be used to answer theoretical questions. Over the past century, number theorists have developed a collection of methods that provide useful approximate answers to such questions.


“The Sieve of Eratosthenes does too good a job,” Goldston said. “Modern sieve methods give up on trying to sieve perfectly.”

GPY developed a sieve that filters out lists of numbers that are plausible candidates for having prime pairs in them. To get from there to actual prime pairs, the researchers combined their sieving tool with a function whose effectiveness is based on a parameter called the level of distribution that measures how quickly the prime numbers start to display certain regularities.

The level of distribution is known to be at least ½. This is exactly the right value to prove the GPY result, but it falls just short of proving that there are always pairs of primes with a bounded gap. The sieve in GPY could establish that result, the researchers showed, but only if the level of distribution of the primes could be shown to be more than ½. Any amount more would be enough.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

CÉREBRO - COMO ELE TE ENGANA!

7 maneiras de enganar seu cérebro


 


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Graças a uma série de “atalhos mentais”, o cérebro humano é capaz de economizar tempo e energia na hora de interpretar informações. Existe, porém, um risco: ao pular etapas, podemos cair em ilusões e truques. A seguir, você conhecerá 7 maneiras de aproveitar esse calcanhar-de-Aquiles (e algumas outras limitações) do cérebro para “enganar” seus amigos.

7. Questão bíblica

Não é preciso ter ido a todas as aulas de catequese para responder a esta pergunta: de acordo com a Bíblia, quantos animais de cada espécie Moisés colocou na Arca? Se você respondeu “dois”, errou, porque quem colocou animais na Arca foi Noé, não Moisés.
Muita gente se engana porque associa as palavras “animais”, “Bíblia” e “arca” e dá uma resposta rápida, ainda que incorreta. Ao acessar automaticamente seus conhecimentos sobre o Antigo Testamento, a pessoa mal percebe que Moisés não era a figura em questão. Isso vale com várias outras frases, como “Qual a cor do cavalo branco de Napoleão Bonaparte?”. A resposta já está na pergunta, mas distraída pela mesma, a pessoa às vezes não percebe.

6. A mãe de Joana

A mãe de Joana tem quatro filhas: Lalá, Lelé, Lili e…?
Se você respondeu “Lolô” ou “Lulu” ou algum nome parecido com o das outras irmãs, errou, porque não percebeu que a resposta correta está no começo da frase: Joana.
Em nome da eficiência, nosso cérebro é condicionado a buscar padrões em toda parte (no caso, as três primeiras filhas têm nomes com duas sílabas começando em L e terminando em uma vogal). Como a resposta correta foge do padrão, não pensamos nela de imediato – e, já que é aparentemente óbvia, não procuramos por ela no início da pergunta.

5. Corretor automático

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Veja a foto acima e diga o que há de errado nela. Nada? Engana-se: a palavra “you” (“você”, em inglês) aparece duas vezes no cartaz, mas o seu cérebro não presta atenção nela quando lê a frase pela primeira vez, porque não precisa dela pra entender. Isso é reflexo de outro “atalho cerebral” que exclui informações que parecem desnecessárias.
O cartaz possui a frase: “THINK YOU / YOU CAN’T BE FOOLED?”, que significa “Pense você / Você não pode ser enganado?”, mas a primeira vez que lemos, pensamos que o que está escrito na verdade é “Você acha que não pode ser enganado?”, por isso o cartaz imediatamente tira sarro da nossa cara, informando: “Você acabou de ser”.

4. Cegueira induzida


Se você assistir ao vídeo acima e focar no ponto vermelho, os pontos amarelos vão simplesmente “sumir”, pois são interpretados pelo cérebro como pouco importantes e como parte do fundo – algo similar a o que é citado no item acima, mas visualmente.

3. Tempo de processamento

O experimento do atraso de flash (“flash lag”) mostra, de acordo com o pesquisador Dean Buonomano, a “dificuldade em detectar com precisão o posicionamento de um objeto durante outro evento”, explicada em parte pelo intervalo entre o momento em que algo ocorreu e o momento em que nosso cérebro processou esse acontecimento.
Clique aqui para fazer o experimento. Aperte o botão “Start”, e siga com os olhos a bolinha azul. Um flash vai aparecer no canto superior direito em algum momento. Em seguida, você deve escolher com o cursor o ponto em que você acha que a bolinha estava quando surgiu o flash. Você provavelmente vai pensar que o ponto está bem à frente (ou pelo menos um pouco à frente) de onde ele realmente estava.

2. O ônibus

A school bus with arrows going left and right. We ask the viewer which side is the front of the bus.??credit:  NGT
Veja o ônibus acima e responda rápido: pra que lado ele está indo? A resposta correta é “para a esquerda”, porque a porta de um ônibus fica sempre do lado direito, que não aparece na imagem (é como se a porta estivesse do “lado de lá” do ônibus, de frente para quem está na calçada, não para nós, que estamos olhando para o lado esquerdo do veículo). Se você anda de ônibus frequentemente, talvez não tenha tido problemas para responder. Por outro lado, se faz tempo que você não anda de ônibus, é possível que não tenha se lembrado desse detalhe – por uma questão de eficiência, o cérebro deixa certas informações menos acessíveis, para dar lugar a outras, mais recentes ou mais relevantes.

1. Dinheiro na mão

Mesmo que o faça com rapidez (cerca de 0,1 segundo), o cérebro precisa de um tempo para processar o que você vê. Para testar isso, pegue uma moeda de um real, chame um amigo e peça para ele ficar com a mão perto da moeda e com o polegar e o indicador próximos; segure a moeda a poucos centímetros da mão dele e o desafie a pegá-la apenas com os dois dedos, sem mexer a mão ou o braço, assim que você largar. Ele não vai conseguir (a menos que seja por sorte), porque até que o cérebro dele entenda que a moeda está caindo, ela já passou pelos dedos dele.
Esse intervalo deve ser levado em conta especialmente no trânsito, quando 0,1 segundo de distração pode resultar em um acidente.[LiveScience]

sexta-feira, 19 de abril de 2013

DESMATAMENTO NO BRASIL

Por que o Brasil está sendo desflorestado?


 


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Soja e criação de gado continuam sendo os vilões principais da devastação na Amazônia. É o que revela um estudo do Centro de Pesquisas Ambientais e Climáticas Internacionais de Oslo (CICERO, na sigla em inglês), da Noruega. Os cientistas explicam, no entanto, que a culpa está longe de caber exclusivamente ao Brasil. Todos os países com elevados níveis de consumo e emissões de gases têm responsabilidade sobre o problema.
Grande parte da guinada que o Brasil teve em sua economia, na última década, se deve à soja e à carne. A ampla janela de exportações (em boa parcela para países também emergentes, como a Rússia e China) ocasionou um aumento brutal do número de latifúndios e pastos, o que deu margem a níveis alarmantes de desmatamento.
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Como se não bastasse a devastação da fauna, tais atividades econômicas impulsionam a emissão de CO2. Nos últimos dez anos, o Brasil emitiu 2,7 bilhões de toneladas de gás carbônico. Deste valor, 29% estão associadas ao plantio da soja e 71% à criação de gado.
Nem só de russos e chineses, no entanto, se faz o consumo acelerado destes produtos. O próprio mercado interno brasileiro absorve ampla porcentagem da produção. Estas discussões estiveram em alta durante a tramitação do Novo Código Florestal Brasileiro, aprovado no dia 25 de maio de 2012.
Ambientalistas de várias organizações criticaram a flexibilização das leis de proteção da floresta em prol do aumento de produtividade do agronegócio. No acordo, os parlamentares brasileiros preveem anistia a empresas que desmatarem, livrando-os da obrigação de recompor a mata. A proteção sobre as Áreas de Preservação Permanentes (APPs) fragilizou-se com a nova lei.
Os cientistas noruegueses afirmam que a Europa vê a proteção da floresta amazônica como um problema global, não mais limitado ao Brasil. Por essa razão, deve aumentar nos próximos anos a pressão da comunidade internacional para que as leis de proteção existentes, ainda que distantes do que os ambientalistas desejariam, sejam cumpridas. [Science Daily / Mongabay / Diário do Grande ABC]

MANEIRA FÁCIL DE APRENDER UM IDIOMA

Uma maneira mais simples de aprender um novo idioma


 


Greetings in Different Languages
Aprender uma nova língua pode dar preguiça quando a gente pensa que terá de enfrentar com dedicação alguns anos em um curso de idiomas. Por esse motivo, é crescente o número de métodos educacionais que ajudam as pessoas a conhecer boa parte da linguagem de maneira informal, por meio de jogos. Nesta semana, pesquisadores da Universidade de Nottingham (Inglaterra) apresentaram uma técnica que, aparentemente, dá resultado.
Eles reuniram um grupo de falantes de inglês para ter contato com um idioma que, apesar da proximidade geográfica, era totalmente desconhecido para eles: o galês. Os psicólogos pretendiam verificar se era possível reter conhecimento sobre uma nova língua “sem intenção”, ou seja, aprender inconscientemente durante uma atividade.
O experimento foi divido em duas etapas. Na primeira, os voluntários viam uma série de palavras em galês no computador e deveriam indicar quando determinada letra era encontrada nas palavras mostradas. Ao mesmo tempo, ouviam cada palavra sendo pronunciada e olhavam uma foto mostrando o que significava.
Em seguida, eles foram orientados a tentar aprender, de fato, as traduções corretas. A cada palavra em galês, eles deveriam indicar entre opções o que o termo significava em inglês. Na hora, o computador já respondia se a resposta estava correta ou não. Metade das palavras exibidas já havia sido mostrada na primeira etapa do estudo.
Cruzando os resultados, os cientistas perceberam que o índice maior de acertos foi com as palavras que já haviam sido mostradas na primeira etapa. Isso mostra, segundo eles, que o conhecimento foi agregado mesmo que os voluntários não tivessem a intenção explícita de aprender. A simples exposição a um novo idioma, por brincadeira, também é um ótimo instrumento lúdico. [Science Daily/Web India/PLOS One]

VIKINGS

7 fatos estranhos sobre os Vikings


 


Por mais de trezentos anos, o grito de “Vikings!” servia para levar medo e pavor aos corações dos europeus medievais. Mas os nórdicos antigos eram mais que guerreiros sanguinários; eles também tinham rotas de comércios elaboradas e colônias estabelecidas na maior parte das terras que invadiam.
Veja aqui alguns fatos sobre estes navegantes da Escandinávia:

7. Marinheiros habilidosos

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Não é segredo que os Vikings eram marinheiros incríveis. Apesar de usarem barcos leves que eram facilmente carregados pelo vento e pelo mar, os Vikings foram capazes de atravessar várias vezes o Atlântico e estabelecer colônias na Groenlândia e Islândia. Leif Ericson até mesmo atingiu a Groenlândia e o Canadá 500 anos antes de Cristóvão Colombo chegar às Américas.

6. Navegadores do sol da meia-noite

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Enquanto os marinheiros medievais no Mediterrâneo ficavam navegando próximo da costa, os Vikings lançaram-se milhares de quilômetros no mar aberto sem ver terra para acertar seu curso. Mais que isto, as jornadas dos Vikings eram próximas do Círculo Ártico, ou seja, eles não tinham estrelas para se guiar no verão, quando o sol nunca se põe.
Para se orientar na região do sol da meia-noite, os vikings usavam sofisticados relógios de sol feitos de madeira, para viajar ao longo da latitude norte-sul. E em dias nublados, eles talvez usassem “cristais mágicos“, chamados pedras do sol vikings, que polarizavam a luz do dia para orientação.

5. Guerreiros drogados

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As sagas nórdicas recontam histórias de Berserkers, furiosos guerreiros vikings que são atacados por uma raiva incontrolável durante a batalha. Pode ser que estes guerreiros ensandeciam por causa do espetáculo sangrento da batalha, ou pode ser que, conforme um estudo publicado em 1956 no American Journal of Psychiatry, o comportamento enlouquecido dos Berserkers fosse resultado do uso de drogas. Especificamente, um cogumelo alucinógeno conhecido como Amanita muscaria.

4. Rotas comerciais

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Com a superpopulação que estava liquidando com os recursos da cultura agrícola escandinava, estes povos passaram a invadir seus vizinhos mais ao sul em busca de escravos e conquistas de guerra. O resultado? A apavorante reputação dos Vikings foi criada.
Mas estas invasões não eram o centro da cultura Viking. Estes antigos navegantes também montaram elaboradas redes de comércio, distribuindo marfim de morsas e peles de ursos polares da Groenlândia, seda e especiarias de Constantinopla, e âmbar do Báltico por toda a Europa e Ásia.

3. Cabeças de capacetes

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Ao contrário dos desenhos animados, os capacetes dos Vikings provavelmente não tinham chifres ou asas. Um capacete completo, muito raro, foi descoberto na tumba de um chefe que viveu no século 10, em Gjermundbu, Noruega, e ele não é mais que uma cobertura de ferro com um topo pontudo e uma guarda plana em torno dos olhos para proteger o nariz do seu usuário.
E as senhoras também não eram muito acanhadas para se vestir: um estudo descobriu que as mulheres Vikings suecas se vestiam de forma provocante, com robes coloridos e ricos, e usavam peitorais metálicos brilhantes, com um par de broches colocados na parte superior, que delineava suas formas.
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2. Raízes pagãs

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Durante boa parte de sua história, os Vikings eram pagãos que acreditavam em um panteão de deuses, incluindo Odin, seu filho Thor sempre com o martelo, e a deusa da fertilidade Freya. Os deuses viviam em Asgard, um mundo alternativo conectado à Terra por uma ponte de arco-íris chamada o Bifrost.
As profecias nórdicas previam uma batalha épica chamada Ragnarök, que acabaria com os deuses e criaria uma enchente cataclísmica que destruiria a Terra. Durante os séculos 8 a 11, alguns dos alvos prediletos dos Vikings eram ricos e indefesos monastérios e igrejas medievais ao longo da costa da Europa. No século 12, a maioria dos Vikings havia sido convertida ao cristianismo.

1. Irlandeses lutadores

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Quando os piratas Vikings invadiram a Irlanda no século 9, eles fundaram o reino nórdico de Dublin, chamado na época de Dyflin, que foi governado pelos Vikings por mais de 300 anos. Apesar dos governantes terem raízes Vikings, eles gradualmente foram miscigenando com o povo gaélico, criando uma cultura amalgamada.[Livescience]

quinta-feira, 11 de abril de 2013

ELAS PREFEREM PÊNIS GRANDES!

 


 


penis grande
O tamanho do pênis é importante? Regularmente, essa pergunta aparece em capas de revistas masculinas, e pode perturbar homens que não são muito confiantes sexualmente. Agora, foi a vez da ciência procurar a resposta.
Cientistas descobriram que sim, o tamanho parece importar. E elas preferem os maiores.
Em um estudo feito com 105 jovens mulheres australianas heterossexuais, os pesquisadores descobriram que os homens mais altos, com ombros mais largos e pênis maiores são os que mais atraem as mulheres.
A equipe de pesquisadores, coordenada por Michael Jennions, da Universidade Nacional da Austrália, criou 343 figuras masculinas com diferentes combinações de tamanho, largura e tamanho o pênis. Depois, as mulheres viram uma amostra de 53 figuras e tiveram que avaliar o quanto cada imagem as atraíam, em uma escala de 1 a 7. Elas não foram avisadas dos objetivos do estudo, para não influenciar os critérios de avaliação.
Mas não basta apenas um homem ter pênis grande. Homens com formato “pera”, com ombros estreitos e barriga saliente, não eram bem avaliados, independentemente do tamanho do órgão sexual.
Em média, as mulheres observaram cada imagem por apenas três segundos antes de chegarem a uma conclusão sobre ela. Os pesquisadores acreditam que isso mostra que a escolha é, de certa maneira, feita inconscientemente.

Evolução

Não dá para dizer que os pesquisadores encontraram a resposta final para a questão. Afinal, um pequeno grupo de mulheres de determinada região fez escolhas a partir de desenhos de corpos humanos brancos e sem expressão. Na vida real, é claro que muitas outras coisas são levadas em consideração. Mas a descoberta abre as portas para outra discussão, sobre o desenvolvimento do órgão genital masculino ao longo da evolução humana.
O pênis dos seres humanos são muito grandes em relação ao corpo, comparado com o órgão sexual masculino de outros animais. Os gorilas, por exemplo, podem pesar até 180 kg, mas o comprimento de seu pênis ereto não passa dos 4 cm. Homens tem cerca de metade do peso de um gorila, entretanto, a média de um pênis ereto é de 12 cm a 17 cm.
Homens, se vocês estão satisfeitos com essas medidas, agradeçam às mulheres. Biólogos evolucionistas acreditam que, antes do vestuário, as mulheres poderiam ser atraídas para acasalar com homens com genitálias que chamavam mais sua atenção. Assim, homens com pênis maiores podem ter passado seus genes mais facilmente, resultando nos grandes genitais de hoje em dia. [Popsci/LiveScience]

quarta-feira, 10 de abril de 2013

TÁ ENCARANDO O QUE?

Tá encarando o que?                           



staring contest
Segundo um novo estudo da Universidade de Sydney (Austrália), as pessoas frequentemente pensam que outras estão olhando para elas, mesmo quando não estão.
Os pesquisadores explicam que, quando em dúvida, o cérebro humano é mais propenso a dizer a seu proprietário que ele está sob o olhar de outra pessoa.
“Percepção de contemplação – a capacidade de dizer o que uma pessoa está olhando – é uma pista social muitas vezes pouco valorizada. Julgar se os outros estão olhando para nós pode até vir naturalmente, mas não é tão simples assim”, afirma o professor Colin Clifford, da Escola de Psicologia da Universidade de Sydney.
Nosso cérebro tem que trabalhar muito por trás das cenas para saber se estamos sob o olhar de alguém. Primeiro, nós notamos a posição dos olhos e a direção da cabeça desse alguém. Estas indicações visuais são então analisadas em áreas específicas do cérebro.
O problema é que o cérebro não recebe passivamente as informações dos olhos. Segundo o estudo, quando as pessoas têm pistas visuais limitadas, como em ambientes escuros ou quando a outra pessoa está usando óculos escuros, o cérebro faz suposições com o que ele realmente “sabe”.
Os pesquisadores criaram imagens de rostos (neles, era difícil dizer para onde os olhos apontavam) e pediram aos participantes para dizer para onde os rostos estavam olhando. Por causa da dificuldade, as pessoas tinham que confiar em seu conhecimento prévio para julgar a direção dos olhares. Na maioria dos casos, elas acharam que os rostos estavam olhando em sua direção.
“Tendemos a acreditar que os outros estão olhando para nós, especialmente quando estamos incertos”, concluiu Clifford.

Suposições ameaçadoras

A ideia é de que nossa percepção não envolve apenas pistas visuais – nossos cérebros geram suposições a partir de nossas experiências e as combinam com o que viram em um determinado momento.
“Há várias especulações de porque os seres humanos têm este viés”, disse Clifford. “O olhar direto pode sinalizar dominância ou uma ameaça, e não podemos perder de vista uma ameaça”.
Assim, supor que a outra pessoa está olhando para você pode ser apenas uma estratégia mais segura.
“Além disso, o olhar direto muitas vezes é um sinal social de que a outra pessoa quer se comunicar conosco, um sinal para uma interação próxima”, explica.
Há evidências de que os bebês têm uma preferência para o olhar direto, o que sugere que essa tendência é inata.
“É importante que saber se esse é um comportamento inato ou aprendido, e como pode afetar pessoas com determinadas doenças mentais”, comentou Clifford. “Pesquisas mostram, por exemplo, que as pessoas que têm autismo são menos capazes de dizer se alguém está olhando para elas. Pessoas com ansiedade social, por outro lado, têm uma maior tendência a pensar que estão sob o olhar dos outros. Se esse for um comportamento aprendido, podemos ajudar essas pessoas a praticar esta tarefa, dando-lhes feedback sobre se as suas observações são precisas”.
O estudo foi publicado na revista Current Biology.[MedicalXpress]