quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

TÊNIA É RECOMENDADA PARA EMAGRECER?


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No passado, mulheres vitorianas engoliam ovos de parasitas conhecidos como tênias para emagrecer.
Tênia ou solitária é o nome comum dado a vermes platelmintos das ordens Pseudophilidae e Ciclophylidae, que pertencem à classe Cestoda. Esses vermes são parasitas de diversos animais vertebrados, inclusive do homem. Quando dentro de nosso organismo, eles se alimentam dos nutrientes que comemos.
O Dr. Michael Mosley decidiu experimentar essa “forma histórica” de emagrecer, e engoliu um destes parasitas em um experimento que será transmitido durante um novo programa da BBC.
O documentário acompanha o Dr. Mosley conforme ele vive com os parasitas em suas entranhas por seis semanas. E o que aconteceu ao fim deste período? O médico ganhou peso, acrescentando 1 quilo durante o seu tempo como cobaia humana.
O Dr. Mosley disse que seu ganho de peso pode ter sido causado pela necessidade de aumentar a sua ingestão de alimentos, como resultado dos parasitas morando em seu corpo.
“Eu mantive um diário alimentar para ver se minhas preferências alimentares mudaram”, disse. “Acho que provavelmente comi um pouco mais de chocolate. As tênias gostam de cerveja e chocolate – elas gostam de carboidratos. Uma das teorias é que a tênia provavelmente incentiva você a comer mais, para alimentá-la”.

O estudo

Não foi fácil encontrar o parasita. Para infectar-se com a tênia, o Dr. Mosley viajou para o Quênia, onde sua equipe rastreou o verme, colhendo cistos da língua de uma vaca infectada num matadouro em Nairobi.
Os bovinos carregam a larva Cysticercus bovis, da Taenia saginata. O verme adulto pode viver por até 20 anos no corpo humano.
“Minha esposa não achou que era uma boa ideia, mas disse que estava tudo bem, porque essa tênia é relativamente inócua. E também não é infecciosa”, conta Mosley.
Os regulamentos de saúde e segurança que visam a BBC permitem que o médico consuma os vermes – que podem chegar a 30 metros de comprimento no intestino -, mas não que deliberadamente se infecte com piolhos. Isso porque a tênia não poderia ser transmitida de humano para humano, mas parasitas como o piolho sim.
Seis semanas mais tarde, o Dr. Mosley engoliu uma câmera para permitir-lhe ver se os cistos tinham se transformado em tênias – o que ocorreu.
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A tênia bovina é mais segura do que outras formas do parasita. A tênia do porco é muito mais perigosa, movendo-se em torno do corpo. Ela pode causar quistos cerebrais em seres humanos.
Os cientistas têm sido cada vez mais fascinados pelos efeitos do parasita no corpo humano. Tornou-se amplamente aceito que a sua erradicação em muitas partes do mundo levou a um aumento nas alergias e muitas outras condições.
“Eu gosto de descobrir coisas através da minha experiência pessoal”, disse o Dr. Mosley. “São muito poucas as pessoas que estão preparadas para ser infectadas por vermes. Espero que minha experiência contribua em algum momento no futuro para um estudo melhor”.
Os vermes foram mortos através de medicação, embora a equipe do documentário não tenha sido capaz de rastrear as tênias expulsas do corpo do Dr. Mosley.
“Nada saiu. Há duas possibilidades: a mais provável é que as pílulas mataram os vermes e meu corpo os digeriu, o que é um fim irônico – o parasita é comido por seu hospedeiro. A segunda possibilidade é que eles ainda estão lá, mas uma vez que faz 13 semanas que engoli os cistos, eu acho que os teria notado até agora”, explica Mosley. [DailyMail, InfoEscola]

PENAS BIZARRAS NA HISTÓRIA

10 punições extremas que não faziam jus aos crimes cometidos


Uma das maneiras pela qual uma civilização pode ser julgada é através do seu sistema de justiça. Enquanto há muito debate sobre se a pena de morte é ou não uma punição aceitável para qualquer tipo de crime, todos podemos analisar algumas leis antigas e suas punições para certos crimes e concordar que são um pouco duras demais. Também não faltam exemplos de leis que voam na direção oposta, permitindo que crimes hediondos sejam cometidos sem quase quaisquer consequências.
Ao mesmo tempo, fica a reflexão proposta pelo advogado americano Clarence Darrow: “Não existe algo como a justiça, dentro ou fora dos tribunais”.

10. A pena de morte geral dos astecas

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Os astecas iam longe demais para punir os culpados de cometer crimes em sua sociedade. Eles certamente não eram mesquinhos com a pena de morte, entregando-a não só para crimes graves, como assassinato e estupro, mas também para crimes como mover os marcadores de limite entre propriedades, feitiçaria, difamação de caráter e perturbação da ordem pública. Intoxicação pública também era punível com morte, mas apenas no caso de jovens infratores.
Ser considerado culpado desses crimes não significa que você automaticamente ouviria uma sentença de morte, no entanto. Aqueles que você injustiçou podiam falar em seu nome para remover a pena, levando-o como seu escravo em seu lugar.
No que seria uma aplicação absolutamente controversa da pena de morte hoje em dia, mesmo crianças com idade inferior a 10 anos que agrediam os pais podiam ser condenadas à morte. As crianças que simplesmente desrespeitavam seus pais poderiam esperar receber uma surra sancionada pelo tribunal. Crianças nobres ainda podiam ser condenadas à morte por serem covardes ou um desperdício ou por desrespeitar os mais velhos.
Para crianças e adultos, a pena de morte podia ser levada a cabo de diversas maneiras diferentes, como estripação, decapitação ou remoção do coração.

9. Execuções de canhão britânicas

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O estado indiano de Punjab estava sob o controle dos britânicos em meados de 1800, e como muitas outras colônias britânicas da época, os cidadãos não gostavam muito da ideia. Para manter o controle da população, as tropas britânicas executavam quem participava de motins de uma maneira absolutamente hedionda e sangrenta: aqueles que eram considerados culpados de seus crimes eram amarrados em frente a um canhão que, em seguida, era disparado.
A velocidade da morte era, provavelmente, o único conforto para aqueles que estavam esperando na fila pela sua execução. Testemunhas oculares do cruel método descrevem pessoas voando, cabeças enegrecidas, homens sujos de sangue disparando o canhão, e cheiro de pólvora e morte. Em 15 de fevereiro de 1862, 12 homens foram executados por motim com bolas de canhão de 4 kg atravessando suas costas.

8. o bizarro Código de Hamurabi

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O Código de Hamurabi é famoso por estabelecer o sistema de justiça “olho por olho, dente por dente”, mas é importante notar que isso era apenas no caso de dois indivíduos conflitantes da mesma classe. Menos conhecida é a posição do código sobre acusações falsas – na verdade, acusações que não podiam ser comprovadas em tribunal.
Qualquer um podia acusar qualquer pessoa de qualquer coisa, mas era melhor certificar-se de que tivesse provas, ou era o acusador que seria condenado à morte. Em alguns casos, isso dependia menos de provas e mais da capacidade de natação do acusado. Um método de provar inocência era o acusado se jogar em um rio. Se a corrente o levasse ou ele afundasse, os deuses tinham determinado que ele era culpado. Se ele pudesse nadar até a praia, era considerado inocente, e a pessoa que tinha trazido as acusações seria executada.
Também foram sujeitos a pena de morte ladrões, mesmo que tivessem tomado posse de bens roubados sem saber. No entanto, se alguém dissesse que comprou o item roubado de um comerciante e trouxesse esse comerciante perante o tribunal – e consequentemente o comerciante fosse provado como o ladrão -, ele era o único executado. Ao mesmo tempo, se o proprietário da suposta mercadoria roubada não tivesse ninguém para apoiar sua alegação, seria condenado à morte pelo “relatório falso”.

7. O machista Código de Ur-Nammu

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Mais velho do que o Código de Hamurabi é o Código de Ur-Nammu, um código sumeriano de leis que data entre 2.112 a 2.095 aC. Existente apenas em fragmentos recuperados pela Universidade da Pensilvânia (EUA) e o Museu Britânico, pesquisadores pensam que ele inspirou os escritos posteriores de Hamurabi.
Alguns conteúdos são semelhantes entre os documentos, como a pena de morte para um assassino. No entanto, certas punições no Código de Ur-Nammu são um pouco mais questionáveis. Se um cidadão estuprasse outro, isso era punível com morte. Se a vítima do estupro fosse “apenas um escravo”, porém, tudo o que o estuprador tinha que fazer era pagar uma multa de 1,66 onças (cerca de 47 g) de prata.
Estupro também é abordado no Código Sumeriano que data de cerca de 1.800 aC. Se um homem estuprasse uma mulher e, em seguida, se comprometesse a se casar com ela, tudo era esquecido e a vítima se tornava a esposa de seu estuprador. Se o homem afirmasse que a mulher estava fora de casa sozinha, e ele não sabia que ela pertencia a uma família ou agregado familiar, o estuprador era igualmente perdoado.

6. O cristão Código de Teodósio

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O Codex Theodosianus ou Código de Teodósio data de 429 dC, e foi criado por Teodósio II para consolidar a lei romana, desde o tempo de Constantino. Baseado em grande parte na doutrina cristã, o código deixa claro qual religião é a aprovada. Todas as igrejas deveriam ser entregues ao controle da Igreja Católica, e aqueles que não seguissem seus ensinamentos deveriam ser considerados hereges. Hereges, sem surpresa, eram punidos com multas graves e até a morte.
Os cidadãos que não seguiam os ensinamentos católicos eram considerados dementes e insanos, claramente destinados a sofrer com a ira divina na vida após a morte. Aqueles que se manifestavam contra a igreja ou simplesmente expressavam crenças diferentes eram despojados de seus direitos como cidadãos. Qualquer um pego fazendo um sacrifício para outro deus era executado, bem como alguém que não tivesse conseguido impor essa punição. Converter um cidadão do catolicismo era também um crime punível com a morte.

5. Morte por código draconiano

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A palavra “draconiano” é associada a algo desnecessariamente rigoroso e bárbaro – por uma boa razão. As primeiras leis escritas de Atenas foram atribuídas ao governador Drácon, aparecendo em torno de 621 aC. Essas leis eram muito simples: qualquer crime era punível com morte. Assassinato? Pena de morte. Roubo de um repolho? Pena de morte. Vadiagem? Pena de morte.
Havia uma espécie de lógica distorcida por trás disso. Drácon acreditava que mesmo o menor dos crimes era tão horrível e tão imperdoável que mesmo o mais pequeno dos criminosos não merecia menos do que a morte. As leis foram supostamente escritas com sangue em vez de tinta, mas ainda assim não duraram muito. O sucessor de Drácon, Sólon, revogou todas as leis, exceto a pena de morte por assassinato.

4. O bizarro Código de Nesilim

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Nesilim era o nome que as pessoas que conhecemos como hititas deram a si mesmas. No auge de seu poder, o seu território incluía muito do que hoje é a Turquia e se estendia a Mesopotâmia.
O Código de Nesilim, de 1.650 a 1.500 aC, implicava punição por bater em uma mulher livre com tanta força que provocasse um aborto. Se ela estivesse no final de sua gravidez, isso levava a uma multa de 10 meio-shekels. Embora seja impossível dizer exatamente quanto seria isso em dinheiro de hoje, a multa por ser pego em posse de um escravo fugitivo era de 50 meio-shekels. Mulheres escravas só ganhavam cinco meio-shekels se um espancamento resultasse em um aborto espontâneo.
O estupro também foi abordado de forma questionável no código. Se ocorresse fora de casa, o homem era considerado culpado e condenado à morte. O estupro ocorrido dentro de casa era considerado culpa da mulher (qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência) e ela era condenada a morrer.
Ainda mais bizarras são as descrições e punições muito específicas para diferentes tipos de bestialidade que podem ser encontradas no código. Qualquer pessoa declarada culpada de cometer o ato com um cão ou um porco recebia pena de morte, mas, se fosse com um cavalo ou uma mula, a única punição seria a de que eles não podiam mais aparecer na presença do rei. Se fosse com uma vaca, o rei decidia se a pessoa iria viver ou morrer. E se um boi montasse um homem? A resposta adequada era substituir o homem com uma ovelha e matar ambos os animais. Se ele pulasse em cima de um porco, no entanto, não havia punição para qualquer das partes envolvidas.

3. As Doze Tábuas do absurdo romano

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As Doze Tábuas foram as primeiras leis escritas conhecidas em Roma, que datam de cerca de 450 aC. Enquanto abordavam um amplo espectro da vida romana, certas partes eram muito reveladoras do pensamento da época.
Uma criança que cometia o crime de simplesmente ter nascido deformado deveria ser morta. E a punição para o crime de ter nascido mulher era viver sob o olhar atento de um tutor, seja um pai ou marido. Cantar uma canção sobre alguém que não fosse verdade também era punível com morte, bem como lançar uma maldição sobre alguém. Roubar a cultura de outro agricultor significava que você estava destinado a ser sacrificado à deusa Ceres, enquanto que começar incêndios perto de casas significava que você deveria ser incendiado também.

2. As desiguais leis mesopotâmicas

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Datadas entre 2.250 a 550 aC, muitas leis da Mesopotâmia só foram recuperadas em fragmentos. Ainda bem – o pouco que sabemos é suficiente.
Se um pescador ou administrador fosse convocado à presença do rei e não aparecesse em pessoa, perderia sua vida. As leis do divórcio também eram bastante unilaterais: se o marido deixasse a esposa, estava legalmente obrigado a pagar-lhe uma multa de um pouco de prata. Se a mulher o abandonasse, no entanto, deveria ser jogada em um rio. De modo semelhante, para o crime de um filho declarar-se independente de seu pai, ele poderia ser vendido como um escravo. Declarar-se independente de sua mãe, no entanto, só significava que ele devia sair de sua casa e negar sua herança.

1. A surra sancionada do Código de Assíria

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Datado de cerca de 1.075 aC, o Código de Assíria era uma compilação de leis que regiam o povo assírio. De acordo com ele, as mulheres que eram julgadas honrosas precisavam usar um véu em público. Isso claramente não incluía prostitutas e escravas, de modo que se usassem um véu em público, eram desnudas, recebiam 50 chibatadas e tinham piche quente derramado sobre suas cabeças.
É especificado que era totalmente aceitável para um homem bater ou furar sua esposa. Mas interferir de alguma forma com a plantação dos seus vizinhos poderia levar uma pessoa a receber 100 chibatadas, perder um dedo ou ser sentenciada a um mês do antigo equivalente assírio a serviço comunitário.
Sexo entre homens era estritamente proibido e a punição era castração. Quanto ao adultério, se tivesse ocorrido a pedido da mulher casada, o homem ficaria livre e ileso, mas o marido da criminosa podia exigir sua vingança de qualquer forma que desejasse. [Listverse]

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

PARAGUAI DANDO EXEMPLO!

EIS O PARAGUAI DANDO LIÇÃO DE DIGNIDADE
Isso sim: é exemplo simples, objetivo e incontestável.

Guarde este nome: FEDERICO FRANCO (presidente do Paraguai)!
* VAMOS VER SE UM DIA O TOLO POVINHO BRASILEIRO ENXERGA O QUE O NOSSO GOVERNO DE IDIOTAS ESTÁ FAZENDO AO PAÍS...
O ditado é antigo:
Isto é EXATAMENTE o que o presidente do PARAGUAI - FEDERICO FRANCO - está fazendo.
Ele está ELIMINANDO os "vales-e-bolsas-de-tudo-que-é-coisa" do Paraguai. Coisa que o bispo sem-vergonha vinha implantando sistematicamente, utilizando o dinheiro do povo para ganhar votos. Exatamente como o PT, com LULA e DILMA, fazem de forma desmedida no Brasil.
Foi uma atitude digna e sábia, e que ao mesmo tempo gerou revoltas por parte dessa parcela da população, que inclusive tinha deixado de trabalhar para viver da "mensalidade" que o governo repassava, já que eles "não conseguiam" trabalhar para ganhar o seu sustento. (qualquer semelhança não tem nada a ver com a classe pobre do Brasil que insiste em não procurar emprego para continuar tendo direito às "bolsas" que o governo dá ÀS CUSTAS DE QUEM TRABALHA.)
E agora o exemplo: O governo dá as ferramentas, subsidia as terras (se necessário), fornece sementes, adubos, fertilizantes e inseticidas, subsidia a instalação de poços e bombas de água (se necessário), faz o treinamento e acompanhamento das famílias para que possam PRODUZIR e começar a VIVER POR CONTA PRÓPRIA. E mais, se o produtor precisar, o governo COMPRA a produção para distribuir nas escolas públicas e onde mais for necessário.
ISSO é fazer algo direito. Isso é ensinar o povo a MERECER e a CONQUISTAR de acordo com seu trabalho e seu suor.
Com isso, o povo evolui, o país cresce e a economia se fortalece!
E olha que conseguem fazer isso com uma carga tributária que não chega a 5% do que o Brasil impõe aos seus cidadãos. Imaginem!
Logicamente que já apareceram pessoas para protestar... e já sabemos quem são e de qual "lado político" pertencem.
E isso serve para refletir também porque o grupinho bolivariano (Chavez, Dilminha, "Cretina K.", Evo e corja) disseram que o pé na bunda dado no Lugo foi "golpe". Eles querem criar "gado", nivelar o povo "por baixo" e se perpetuarem no poder.
No Paraguai isso não deu certo!
Esse é o exemplo que o BRASIL deveria seguir. Esse é o tipo de AJUDA SOCIAL que o Brasil e o povo brasileiro precisa!
Porque isso não é feito? Bem... porque fazer o povo trabalhar não é algo que gera tantos votos quanto dar um cartão magnético e botar um dinheiro na conta todo mês. "Dinheiro grátis" é mais eficaz para eleger um político.
Mas a culpa não é toda dos políticos. É também do "pessoal" que vota neles.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

AMOR ETERNO

O AMOR MORREU NO CORAÇÃO DELA, MAS AINDA VIVE NO MEU.


Assim é a letra da música. Foram feliz no refrão.  


Ela ligou terminando
Tudo entre eu e ela
E disse que encontrou
Outra pessoa...
Ela jogou os meus sonhos
Todos pela janela
E me pediu prá entender
Encarar numa boa...
Como se o meu coração
Fosse feito de aço
Pediu prá esquecer
Os beijos e abraços
E prá machucar
Ainda brincou comigo...
Disse em poucas palavras
"Por favor entenda
O seu nome vai
Ficar na minha agenda
Na página de amigos"...
Como é que eu posso ser amigo
De alguém que eu tanto amei
Se ainda existe aqui comigo
Tudo dela e eu não sei...
Não sei o que eu vou fazer
Prá continuar a minha vida assim
Se o amor que morreu dentro dela
Ainda vive em mim...
Ela jogou os meus sonhos
Todos pela janela
E me pediu prá entender
Encarar numa boa...
Como se o meu coração
Fosse feito de aço
Pediu prá esquecer
Os beijos e abraços
E prá machucar
Ainda brincou comigo...
Disse em poucas palavras
"Por favor entenda
O seu nome vai
Ficar na minha agenda
Na página de amigos"...
Como é que eu posso ser amigo
De alguém que eu tanto amei
Se ainda existe aqui comigo
Tudo dela e eu não sei...
Não sei o que eu vou fazer
Prá continuar a minha vida assim
Se o amor que morreu dentro dela
Ainda vive em mim
Se o amor que morreu dentro dela
Ainda vive em mim...

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

AS VELHINHAS



EXCURSÃO DAS VELHINHAS...

Um policial avista uma Van em baixa velocidade, acha estranho e manda parar.
É uma velhinha ao volante, acompanhada de suas amigas.
O guarda adverte:
- Senhora, andar devagar demais pode provocar acidente!
- Seu guarda, sigo a sinalização, diz a mulher, apontando a placa: BR-30.
- Senhora! Essa placa não indica limite de velocidade, e sim o número da
estrada. Trate de prestar mais atenção, certo? Só mais uma coisa...
Suas amigas estão bem? Parecem assustadas....

- Elas já vão melhorar... é que acabamos de sair da BR-220

O AMOR

O amor nasce de um beijo, cresce de um sorriso, alimenta-se de um carinho e ressuscita de um perdão.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

A ORIGEM DO MUNDO!

Quem somos e de onde viemos é uma questão tão antiga quanto a humanidade. Não é de se admirar que todo mundo tenha uma resposta. O surpreendente, no entanto, não é como nossas histórias sobre a criação são diferentes, mas o quanto elas têm em comum, mesmo quando se originam em lugares distantes. Confira:

10. Ovo cósmico chinês

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Segundo esse mito, o primeiro ser vivo foi P’an Ku, que cresceu durante 18 mil anos dentro de um ovo cósmico. Quando se chocou, a casca acima dele tornou-se o céu, enquanto a casca debaixo tornou-se a terra. Os opostos na natureza foram separados, como masculino e feminino, úmido e seco, claro e escuro, yin e yang, etc. Depois de todo esse esforço, P’an Ku literalmente se despedaçou e suas feições se tornaram o mundo natural. Seus membros se transformaram em montanhas, seu sangue em rios, sua respiração no vento, sua voz nos trovões, seu cabelo na grama, seu suor na chuva, e assim por diante. Seu olho esquerdo se tornou o sol e seu direito se tornou a lua.
Algumas pessoas dizem que os parasitas no corpo de P’an Ku se tornaram a humanidade. Outros dizem que, muitos séculos depois da morte de P’an Ku, uma deusa solitária chamada Nu Wa viu seu reflexo em um lago e criou alguns seres como ela a partir da lama. Estes tornaram-se os aristocratas. A criação desses seres foi um trabalho árduo, e quando Nu Wa agitou uma videira enlameada através do ar, suas gotas se tornaram os plebeus. Anos mais tarde, o céu desabou, criando buracos na terra através do qual águas subiram para formar um grande dilúvio. Nu Wa remendou a terra, mas ficou esgotada por seu trabalho e morreu. Seu corpo, como o de P’an Ku, formou ainda mais recursos naturais no mundo.

9. Lenda das linguagens da tribo americana Blackfoot

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Segundo a lenda dessa tribo indígena norte-americana, o Homem Velho veio do sul, criando a terra, plantas e animais enquanto se dirigia para o norte. As primeiras pessoas que ele criou foram uma mulher e seu filho a partir do barro. O Homem Velho mostrou-lhes como coletar plantas para se alimentar e disse que as ervas eram boas para tratamentos de doenças. Ele ensinou-lhes como fazer armas para matar animais e como fazer fogo para que pudessem cozinhá-los. Mais importante ainda, disse-lhes como obter poder espiritual, encontrando seu espírito animal em seus sonhos.
Como muitas outras histórias da origem da humanidade, as lendas dos Blackfoot falam de um grande dilúvio. Uma possível explicação para isso são as inundações em todo o mundo devido aos derretimentos de icebergs que podem ter ocorrido em torno de 5.000 aC, possivelmente o tempo de Noé. Depois do dilúvio, o Homem Velho reuniu as pessoas no topo de uma montanha e deu-lhes água de cores diferentes para beber. Cada cor representa uma linguagem diferente. Os Blackfoot, bem como outras tribos como os Piegan, beberam água negra, e é por isso que falam a mesma língua.

8. Criação sangrenta do povo Sanema

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O povo Sanema faz parte do grupo ianomâmi de tribos que vivem na floresta amazônica. Cada tribo tem sua própria coleção de histórias, passadas oralmente de geração a geração. Devido a isso, seus mitos sobre a criação variam. Geralmente, no entanto, o povo Sanema acredita que todas as coisas vivas descendem de “ancestrais originais”, cujos espíritos ainda habitam a floresta.
Uma história conta que Peribo, a lua, comia as almas das crianças. Isto irritou Suharina, que atirou na barriga de Peribo com uma flecha. Seu sangue derramou sobre a terra, formando poças das quais os homens mortais surgiram. Os seres humanos mais beligerantes foram criados onde grandes quantidades de sangue caíram, e onde apenas algumas gotas caíram, homens menos violentos nasceram. Em outro mito, Naro (Gambá), que era feio e fedido, tinha ciúmes de seu irmão, Yamonamariwa (Abelha), que era bonito e tinha duas esposas. Naro o mata e um terceiro irmão, Reha (Lagarto), descobre a traição de Naro e o denuncia. Os antepassados destruíram Naro e transformaram-se em espíritos e animais ao se pintar com seu sangue. A preguiça foi criada com uma pequena quantidade de excrementos de Naro.

7. O Criador, o Preservador e o Destruidor indianos

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Brahma começou do nada. Apenas com o pensamento, ele criou as águas em que depositou seu sêmen. Isso se transformou em um ovo de ouro, do qual ele nasceu. Por pensamento novamente, ele dividiu o ovo em dois, e as metades se tornaram o céu e a terra. Brahma cresceu sozinho e dividiu-se em dois para formar o homem e a mulher. Em uma variação da história, Brahma divide-se repetidamente em dois até que todos os seres vivos do mundo sejam criados a partir de seu corpo. Em outra versão, o primeiro homem e a primeira mulher se reproduzem em diferentes formas animais até que todas as formas de vida são criadas.
Juntos, Brahma (o Criador), Vishnu (o Preservador) e Shiva (o Destruidor) compõem o Supremo. Cada universo que Brahma cria é destruído por Shiva, depois do qual não há nada, a não ser um vasto oceano em que Vishnu flutua, repousando sobre uma grande cobra. Em algumas versões do mito, Brahma não vem de um ovo, mas a partir de uma flor de lótus que brota do umbigo de Vishnu. Eventualmente, o nosso mundo também será destruído por Shiva, e o ciclo vai começar de novo.

6. Os quatro mundos do povo Navajo

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A tribo indígena norte-americana Navajo tem uma das histórias mais longas e complexas sobre a criação do mundo. Ela começa no primeiro mundo, chamado Mundo Negro. Esse mundo continha quatro nuvens, incluindo uma preta, que representa a substância do sexo feminino, e uma branca, que representa o sexo masculino. Juntas, elas criam o Primeiro Homem, que representa o amanhecer e a vida, e a Primeira Mulher, que representa a escuridão e a morte. Outros seres no Mundo Preto incluem o Grande Coiote (idealizado a partir de um ovo), o Primeiro Bravo, e vários insetos. O Mundo Negro tornou-se muito lotado, no entanto, então todos subiram para o Mundo Azul dos pássaros. Lá, eles viveram em harmonia por 23 dias, até que alguém tentou dormir com a esposa do chefe Andorinha.
Banidos para o Mundo Amarelo dos mamíferos, eles encontraram seis montanhas, onde as pessoas santas viviam. As pessoas santas eram imortais e viajavam seguindo o arco-íris. Lá, a Primeira Mulher deu à luz a duas hermafroditas. Quatro dias depois, ela deu à luz a um outro par de gêmeos, um homem e uma mulher. No final de 20 dias, cinco pares de gêmeos haviam nascido. Um dia, o Grande Coiote tomou para si o bebê do Monstro da Água. O Monstro ficou tão irritado que fez a chuva, até que as águas da inundação subiram mais alto do que as montanhas. No que deve ter sido o dilúvio mais lento de todos os tempos, o Primeiro Homem plantou várias árvores e um canavial em sequência, nenhum dos quais cresceu acima do nível das águas. Finalmente, um canavial cresceu para o céu. Todo mundo o escalou, onde encontraram o quarto mundo, o Mundo Branco, que é onde todos nós vivemos hoje.

5. O fogo e o gelo da Escandinávia

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Segundo essa lenda escandinava, antes de existir o tempo, havia um lugar de nevoeiro e gelo chamado Niflheim. Do outro lado, havia Muspelheim, onde demônios e gigantes do fogo moravam. O fogo de Muspelheim eventualmente derreteu o gelo de Niflheim, que pingou e formou uma vaca gigante chamada Audhumla e um gigante gelado chamado Ymir. Mais gigantes cresceram a partir do suor da axila de Ymir e foram amamentados por Audhumla, que criou mais gigantes lambendo blocos de gelo salgado.
Estes gigantes acasalaram e deram à luz ao deus Odin e seus irmãos. Odin e seus irmãos mataram Ymir e a terra foi feita a partir de sua carne, o céu de seu crânio, o mar de seu sangue, as nuvens de seu cérebro, as montanhas de seus ossos e as árvores de seu cabelo. Odin construiu Asgard como uma morada para os deuses e a ligou a Midgard (Terra) por uma ponte de arco-íris chamada Bifrost. As larvas no cadáver de Ymir se tornaram anões que ficaram abaixo da superfície da terra, no que restou do corpo do gigante. Os deuses encontraram dois troncos de árvores em Midgard e deram vida a eles, criando Ask e Embla, o primeiro homem e a primeira mulher.

4. Lenda trágica japonesa

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O mito de criação do Japão pode ser o mais longo e complicado de todos. Começa com o caos, do qual veio a matéria, separando ao longo de eras o céu e a terra. Várias divindades surgiram nesse processo, incluindo Izanagi e Izanami, o primeiro homem e a primeira mulher. Izanami acasalou com Izanagi e deu à luz as ilhas do Japão, bem como uma variedade de divindades. A última delas foi uma divindade do fogo, cujo nascimento queimou tanto os órgãos genitais de Izanami que ela morreu. Perturbado, Izanagi decapitou a divindade do fogo e foi para Yomi, a terra dos mortos, para procurar Izanami.
Izanami não podia retornar com Izanagi porque tinha comido em Yomi. Ela disse que iria pedir permissão para sair, mas fez Izanagi prometer que não iria segui-la. Depois de esperar um longo tempo, Izanagi quebrou sua promessa e foi procurar por Izanami, encontrando um cadáver em decomposição com vermes (as oito divindades do trovão) comendo seu corpo (se isso soa familiar, confira os mitos gregos de Hades e Perséfone e Orfeu e Eurídice). Izanagi se assustou e selou o corpo de Izanami em Yomi. Ela jurou que, como vingança, mataria mil pessoas por dia. Izanagi respondeu que faria com que mais 1.500 nascessem. É por isso que a cada dia, no Japão, 1.500 crianças nascem e mil pessoas morrem.
Eventualmente, o primeiro imperador da Terra desceu a Ponte Flutuante do Céu e casou com a Princesa das Flores Brilhantes, mas começou a suspeitar quando ela ficou grávida imediatamente. Para provar que os filhos eram dele, a princesa se trancou no palácio e ateou fogo a ele, uma vez que só os descendentes do imperador poderiam sobreviver às chamas. Com o palácio queimado, ela deu à luz aos seres que se tornaram os ancestrais da família imperial japonesa.

3. A serpente criadora dos aborígenes

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Histórias da criação aborígenes começam com o Sonho, quando o mundo estava nu e frio. A Serpente Arco-Íris dormiu debaixo da terra com todas as tribos de origem animal em sua barriga. Quando o tempo melhorou, ela saiu e vomitou os animais, juntamente com as características do mundo natural. A Serpente Arco-Íris foi a criadora das leis, que todas as criaturas deviam obedecer. Em algumas variações do mito, ela engoliu os malfeitores e cuspiu seus ossos para formar rochas e morros. Em outros, ela recompensou aqueles que obedeceram a lei, dando-lhes a forma humana, e transformando os infratores em pedra.
A Serpente é às vezes chamada de Mulher Velha, e foi ela quem ensinou os seres humanos como conseguir comida. Em tribos que acreditam que são descendentes de animais, a Serpente deu a cada pessoa um totem e determinou que nenhum homem poderia comer o animal que representava. Desta forma, ela garantiu que houvesse comida suficiente para todos.

2. O sêmen divino egípcio

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Antes do início dos tempos, havia Nu (ou Nun), o oceano primordial do caos. De um ovo na superfície de Nu surgiu uma divindade referida várias vezes como Atum, Amen, Re, Rá ou Amon-Rá. Rá criou um filho e uma filha divinos via masturbação, para produzir uma raça de deuses. As lágrimas de Rá se tornaram a humanidade. O neto de Rá, o deus Osíris, se casou com sua irmã Ísis. Ísis descobriu o nome secreto de Rá, o que permitiu que Osíris tomasse seu lugar como rei da terra. Osíris mostrou aos humanos como obter comida e vinho, enquanto Ísis ensinou-lhes a tecer e a fazer medicina.
Set, irmão de Osíris, que representava o mal, prendeu-o em um baú por ciúmes. O baú foi selado com chumbo derretido e lançado no Nilo. Osíris afogou. Depois de uma longa busca, Ísis encontrou seu corpo, mas Set conseguiu colocar as mãos sobre ele e rasgá-lo em 14 pedaços antes de atirá-los de volta para o rio. Ísis recuperou todas as peças de Osíris exceto seu pênis, que tinha sido comido por um peixe. Ela criou um pênis de barro e “soprou” a vida de volta para Osíris através dele. Osíris reviveu apenas tempo suficiente para engravidar Ísis com seu filho Hórus, em seguida morrendo de vez e tornando-se rei do submundo. Para manter o bebê Hórus a salvo de Set, Ísis o colocou em uma cesta para flutuar pelo Nilo, inspirando a história de Moisés. Quando Hórus cresceu, competiu com Set pelo direito de governar a terra, e ganhou.

1. A criação estelar dos Dogon

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O povo Dogon é uma tribo indígena que vive em Mali, que se acredita ser descendente dos egípcios. Suas histórias da origem começam com Amma, o deus que existia antes do tempo. Amma estava sozinho, então criou a Terra, às vezes chamada de “ovo do mundo” ou “placenta original”. A Terra existe no espaço infinito e contém um modelo de toda a criação. Amma se casou com a Terra, que mais tarde deu à luz a Ogo e um par de gêmeos andróginos em forma de peixe chamado Nommo.
Como Ogo não tinha parceiro ou gêmeo, cometeu incesto com a Terra. Dessa união surgiu o primeiro sangue menstrual, juntamente com os espíritos do submundo. Amma desfez o transtorno causado por este ato, transformando Ogo em um chacal. O sangue que escorria da Terra tornou-se vários corpos celestes, plantas e animais. Amma então criou as estrelas jogando pelotas de terra para o espaço. Usando duas tigelas de barro com cobre vermelho e branco, ele criou o sol e a lua. Os negros supostamente nasceram sob o sol, e os brancos sob a lua.
Na década de 1930, o povo Dogon disse a antropólogos franceses que o germe de todas as coisas estava originalmente contido em um gêmeo invisível da estrela Sirius. Esta estrela gêmea, agora conhecida como Sirius B, não foi descoberta pelos astrônomos até 1970. De acordo com os Dogon, conhecimento astronômico foi dado a eles por um dos Nommo.

Bônus: Os guaranis descentes diretos do criador do mundo

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O povo indígena Guarani acredita que o processo de criação do mundo teve início com Ñane Ramõi Jusu Papa ou “Nosso Grande Avô Eterno”, que se constituiu a si próprio do Jasuka, uma substância originária, vital e com qualidades criadoras. Também foi ele quem criou outros seres divinos e sua esposa, Ñande Jari ou “Nossa Avó”.
Além disso, o Grande Avô criou também a Terra em formato de rodela, estendendo-a até a sua forma atual. Ele deixou o planeta antes que fosse ocupado pelos homens, por um desentendimento com sua mulher. Tomado pelo ciúmes, quase chegou a destruir sua própria criação, sendo impedido por ela com a entoação do primeiro canto sagrado usando como acompanhamento o takuapu, instrumento feminino feito de taquara.
O filho do Grande Avô, Ñande Ru Paven (“Nosso Pai de Todos”) e sua esposa Ñande Sy (“Nossa Mãe”) ficaram responsáveis pela divisão política da terra e o assentamento dos diferentes povos em seus respectivos territórios, criando montanhas para delimitar o território guarani. Reza a lenda que ele roubou o fogo dos corvos e o entregou aos homens, e criou a flauta sagrada e o tabaco usados nos rituais. Da mesma forma que seu pai, decidiu abandonar a terra em função de um desentendimento com sua esposa, grávida de gêmeos.
O mito dos gêmeos é um dos mais contados e difundidos pela América do Sul. Pa’i Kuara é neto de Ñane Ramõi. A ele, depois de muitas aventuras na terra, foi atribuída a responsabilidade de cuidar do sol, assim como de seu irmão, Jacy, a quem caberia o cuidado da lua. Os Paï se consideram descendentes diretos, como netos, de Pa’i Kuara, o ser divino a quem recorrem mais sistematicamente em momentos de penúria ou doença. [Listverse, PovosIndigenasNoBrasil]

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

RELAÇÃO ENTRE DEPUTADOS E LAGOSTAS

MARANHÃO X SANTA CATARINA





Com as notícias vindas do Maranhão, principalmente das mortes no complexo penitenciário e agora com a lista das aguarias compradas pelo gabinete da governadora, reacende a discrepância existentes entre os estados.

Faremos uma analise em alguns indicadores:

REPRESENTAÇÃO POLÍTICA

MARANHÃO                                                      SANTA CATARINA



18 Deputados Federais                              16 Deputados Federais
45 Deputados Estaduais                             40 Deputados Estaduais




ARRECADAÇÃO DE ICMS/2012


R$ 3.858.928.000                                          R$ 12.719.389.000


POPULAÇÃO/2010 E ÁREA TERRITORIAL



6,57 milhões                   331.983 km²                                                      6,25 milhões                     95.346 km²
     



A população do MARANHÃO é superior a do nosso estado em 5%, aqui 6,25 milhões e lá 6,57 milhões, dados de 2010/IBGE, enquanto as representações políticas são aproximadamente 13% a mais lá do aqui, ou seja, são 2 Deputados Federais e 5 Deputados Estaduais a mais.

Quanto à arrecadação – só o ICMS, dados de 2012 – lá arrecadaram R$ 3.858.928.000 e aqui R$ 12.719.389.000, quase 225% a mais.

Assim podemos concluir que:

Com mais Deputados há caviar e lagostas!